Gabriela Lorenson
Presença digital para psicóloga clínica.
- Site profissional
- A profissional precisava explicar abordagem, atendimento e conteúdo com confiança.
- Um site autoral organiza apresentação, artigos, dúvidas e contato.

Quem procura terapia pela primeira vez raramente chega decidido. Chega desconfiado, com uma dúvida que não sabe formular e uma resistência legítima a entregar assunto íntimo para um estranho.
O visitante decide antes de ler
Esse site tinha uma tarefa antes de qualquer texto: parecer o consultório certo. Daí a assinatura manuscrita, a ilustração botânica, o verde profundo e as bordas rasgadas — o material impresso de um consultório, não o gradiente de um SaaS.
A escrita segue a mesma regra. "Psicoterapia de orientação psicanalítica" aparece porque é a informação que a profissional precisa dar, mas o que abre a página é uma frase em português comum sobre o que acontece ali dentro.
A restrição que organizou o resto
Conselho de psicologia limita o que se pode prometer em divulgação. Nada de resultado garantido, nada de comparação com colegas, nada de depoimento de paciente — que são justamente os três recursos com que uma landing page comum convence.
Sobrou o que também funciona melhor: explicar a abordagem, publicar artigos que mostram como ela pensa, responder as dúvidas que travam a primeira sessão, e deixar o WhatsApp a um toque. A restrição ética e a boa prática apontavam para o mesmo lugar.